domingo, 1 de junho de 2008

Me rendo aos instintos e me perco de mim mesma.
O palpável nos reserva um abismo.
Onde uma solidão sem alma se revela no fundo.
Eu subo e caio mil vezes.
Dói mais a queda que o fim.
São mil esperanças perdidas.
Prefiro não cair mais...
Nem subir tão depressa.
Quero a leveza.
A abstração.
Que me leve a um estado pulsante.
E constante.
Que bate, bate e não dói.

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