quinta-feira, 6 de novembro de 2008

Tempestade.

Tempestade vem depressa.
Em seu azul acinzentado.
Desaba sobre a terra a sua força!
Corta o céu com seus lastros brilhantes.
Muda a direção do vento.
Nos diga como respirar.
Depois, limpa o dia.
Deixa o sol voltar...

Sei como é a fúria.
Não fria como a sua.
A minha queima a pele.
E acelera o pulso.
Mas não posso chover.
Sempre odeio...
E volto a amar outra vez.