sábado, 6 de novembro de 2010

Queria que me esquecesse, mas você não me esquece.
Queria que me amasse, mas você não ama.

O desejo é um vinho doce e corrosivo, degustado com volúpia.
Do prazer, se decompõe em taça vazia.
Não alimenta, nada espera.
Senão a boca seca e a vertigem.

Queria que não me desejasse... Ou queria?
Eu acredito no amor. Ele é como qualquer entidade viva: nasce e morre com a mesma intensidade.