quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Aforismos e tormentos.

Entre meus aforismos e meus tormentos, vejo um filme futurista projetado no meu horizonte. A luz se projeta, mas não ilumina nada. Ouço a fita girar em seu eixo: voltas sem fim. Não posso ver imagens, nem eu mesma. Me inquieto na poltrona da sala escura. A música me diz baixinho para esperar. O frio me diz baixinho para seguir. Eu sigo esperando que minhas escolhas construam um filme bonito pra meus olhos e significante para os meus pensamentos.