domingo, 30 de janeiro de 2011

O amor é sereno quente.
Precipita meus desejos.
Eles deslizam,
efervescem...
E, eu, sublimo!


O amor me rouba o norte
com seu beijo úmido e indecente!
À meia luz, o corpo inteiro.
Faz que me deixa,
e me deixa louca.
Me deixa em Júpiter!
E regressa intenso.

Ri do gozo que me entorpece.
Sem jamais resistir ao sabor
do meu furor entorpecido.

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