quarta-feira, 6 de junho de 2012

Delírios amorosos de um espaço-tempo sideral.



Nessas horas infinitas de escrita solitária, às vezes tenho a impressão que você está muito longe. É como se você tivesse pego a sua nave intergaláctica e partido para outro universo. Parece tão distante, tão silencioso que chego a ter medo de que você não volte mais. Ou que eu não tenha uma nave que possa te achar.
Minha mente cheia de ideias, grávida de um furacão pulsa e clama pelo big bang que possa dar origem a uma nova ordem das coisas, a nossa nova vida.
Enquanto o início não chega, vou delirando sobre a sua localização espacial a anos luz daqui, sua tripulação miscigenada e destemida destruindo rochas duras e estúpidas. Vou sonhando com a nave mãe flutuando no espaço sideral e nós em nosso tão merecido reinado cósmico. Gatos siderais.

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