sábado, 26 de janeiro de 2013

Hoje é dia dos afetos.
Aqueles que vejo sempre, amo sempre.
Aqueles que não vejo mais...

É dia dos afetos itinerantes, dos saltitantes.
Dispersos, loucos, inconstantes.
Dos afeitos à cumplicidade.

É dia de quem deixou de me entender.
Por escolha, desalinho...
E dos que eu deixei de admirar também.

Hoje é dia dos afetos livres.
E daqueles condensados em doce desalento.
Ou tormento.

Afetos possíveis, incríveis!
Imaginários, extraordinários!

Hoje é dia de baile
nos meus pensamentos.
E na valsa da memória,
o tempo dança,
o sorriso encanta,
os olhos marejam.
.

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